Você vive de imagem. E a IA chegou na sua porta.
A IA do seu lado, não no seu lugar.
Quem usa IA bem no audiovisual não é quem tem a ferramenta certa. É quem tem um jeito próprio de trabalhar com ela — e jeito não se copia de vídeo, porque nasce do seu negócio.
Primeiro você mapeia o seu negócio. Depois aprende a dirigir a IA nele.
No primeiro encontro, você mapeia onde o seu tempo vai — roteiro, captação, edição, legenda, publicação — do mais caro pro mais barato. Nenhuma ferramenta é aberta. No segundo, você aprende a diferença entre pedir uma imagem e dirigir uma cena: a instrução que sai igual toda vez. Você sai com três instruções escritas, suas.
Uma peça sua, pronta até o fim da sessão.
Fazemos junto, ao vivo, uma peça pro item mais caro da sua lista — um vídeo, uma sequência, um conteúdo. Não é demonstração: é o seu trabalho, com a sua cara, pronto no fim da sessão.
O que você confere sempre. O que sobrevive à próxima ferramenta.
No quarto encontro, você escreve a régua do que revisa sem exceção — rosto, voz, música, a autorização de quem aparece. A IA erra. Quem responde pelo erro é você. E sai com um plano de 90 dias e duas ou três coisas para construir sozinho.
Passei quinze anos montando sistemas para empresa grande. Depois cortei setenta por cento da minha renda, fiz três dias e meio de barco rio acima e vivi vinte e um dias numa aldeia sem luz elétrica. Hoje faço vídeo com IA todo dia, na Filum. Não vou te ensinar o que li. Vou te mostrar o que uso.
Comece a atravessar.
R$ 2.584 à vista, pelos quatro encontros, com as gravações suas para sempre. O preço de R$ 2.584 vale até o oitavo mentorado. Depois dele, A Travessia passa a R$ 4.181. Quem entra antes paga o preço de agora.